STJ decide manter preso acusado de matar missionária Dorothy Stang

O fazendeiro já foi julgado três vezes. Na primeira ocasião, em 2007, recebeu pena de 30 anos. No Brasil, quem recebe pena superior a 20 anos tem direito a um novo julgamento. Por esse motivo, em 2008, o fazendeiro novamente foi julgado e absolvido. Porém, o Ministério Público recorreu e, em 2009, o júri foi anulado. No último julgamento, em 2010, o fazendeiro novamente foi condenado à pena de 30 anos de reclusão, em regime inicial fechado. Dessa vez o STJ negou o habeas corpus pedido pela defesa de Bida com o objetivo de anular o último julgamento.

Além do fazendeiro, mais quatro pessoas foram acusadas pelo assassinato da missionária: Rayfran Sales  –  que teria feito os disparos -, Amair Feijoli da Cunha, Clodoaldo Batista e o fazendeiro, também  apontado como mandante, Regivaldo Pereira Galvão. Feijoli e Clodoaldo Batista já cumprem pena de 18 e 17 anos, respectivamente.

Doroty trabalhava na região de Anapú com pequenos agricultores. Ela atuava na defesa de trabalhadores que tinham conflitos com fazendeiros da região.

De São Paulo, da Radioagência NP, Danilo Augusto.

 

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