A decisão foi aprovada por unanimidade durante assembleia promovida pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Município do Rio de Janeiro (SJPMRJ).
 
A contestação judicial encabeçada pela entidade é resultado de uma exigência dos jornalistas filiados que pediam a extinção do banco de horas da empresa. Segundo o sindicato, o banco deveria beneficiar os trabalhadores, “mas não funciona na prática”. 
 
“As horas extras nunca são pagas e o esquema de folgas é desrespeitado ou descumprido com frequência”, informa a entidade em comunicado em seu site. 
 
Pesou, ainda, a favor da decisão, o fato de a empresa ter quebrado “o acordo que tinha permitido em setembro de 2009 a implantação do ponto para o controle efetivo da frequência, a fim de permitir o pagamento correto das horas extras e a concessão de folgas”.
 
 
Nota Redação Sindicato dos Radialistas:
 
O Banco de Horas é a representação prática e comum, de algumas empresas, em envolver a direção de alguns Sindicatos no engodo do Banco de Horas. Começou no ABC, berço da CUT e se alastrou pelo resto do país. Sindicatos mais comprometidos e antenados com a significação das lutas de classe nem sonharam em assinar um acordo com algo tão prejudicial aos trabalhadores. 
 
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