Radialistas participam das comemorações do 1º de Maio na Praça da Sé, em São Paulo

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Foto: Ronaldo Verneck Trabalhadores e Trabadoras no 1º de Maio na Praça da Sé

O dia amanheceu limpo para que os trabalhadores se dirigissem à Praça da Sé e levassem sua bandeira não só para comemorar, mas para lembrar a luta que os trabalhadores travam todos os dias contra a exploração do patronato.

 

Reunidos a partir das 10h da manhã neste Primeiro de Maio, os radialistas juntamente com demais trabalhadores e trabalhadoras, sindicatos, partidos políticos de esquerda, juntamente com movimento social organizado se reuniram em frente a Catedral da Sé em São Paulo para manifestar contra os desmandos do atual governo genocida, além de lembrar a todos que somente a organização dos trabalhadores pode impedir o aprofundamento da exploração patronal.

Ao som de rap e intervenções de lideranças políticas, foi possível lembrar o quanto os trabalhadores conquistaram, ao longo de sua história de organização, as conquistas que estão sendo desmontadas pelos patrões, através das ações do governo Bolsonaro. Logo após o golpe institucional dado em Dilma Roussef, os patrões conseguiram derrubar a legislação que protegia os trabalhadores e sua organização. Bolsonaro, então deputado na época, votou a favor pelo desmonte dessa legislação e, após eleito, voltou atacar com a reforma da Previdência.

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Foto Ronaldo Verneck Intersindical se fez presente no 1º de Maio na praça da Sé

Atualmente os trabalhadores e trabalhadoras sentem cada vez mais as consequências da instituição do golpe, com os direitos trabalhistas atacados, como a carestia, que empurra os mais vulneráveis para rua. Hoje, em São Paulo, calcula-se que há mais de 38.000 moradores de rua, centenas de milhares de trabalhadores e trabalhadoras em situação de vulnerabilidade social.

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No microfone a vanguarda das lideranças de esquerda, que além de lembrar as lutas e conquistas da classe trabalhadora, afirmaram que a luta não é apenas eleitoral, ela tem de ser de classe, organizada e em todos os campos, onde os patrões se utilizam para conquistar mentes e corações, para fazer valer seu projeto de fome e miséria, com o objetivo de ampliar seu capital.