Na Record sem PPR e sem Acordo Coletivo de Trabalho, trabalhadores (as) seguem em desânimo

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Se tem uma coisa que poderia ser diferente na Record seria o reconhecimento. Não há um trabalhador (a) na emissora que deixa de arregaçar as mangas e enfrentar a batuta para fazer a emissora acontecer. Mas sem ser valorizados, até quando?

 

A Record não tem dado a devida atenção aos seus trabalhadores (as) como deveria dar. Meses e meses vem se somando e nos corredores da emissora o que mais se sente é o desânimo de trabalhar numa emissora que não se preocupa em valorizar quem de fato trabalha nela. Não é só salário. Dezembro chegou e nem sinal do acordo coletivo assinado com o Sindicato. O custo de vida explodindo lá fora e a direção da empresa nem se toca. Quem sabe os trabalhadores (as) despertem e se movam, junto com o Sindicato, para essa história mudar.

Terceirização

Para economizar no caixa, a toque de caixa, a Record implanta a terceirização na empresa. Possível apenas depois da reforma trabalhista. E com isso, salário menor e jornada maior. Do jeito que o patrão quer. A bola da vez é o programa Hoje em Dia. E assim, jogado às traças, os trabalhadores (as) vão tendo seu custo de vida aumentando e o salário minguando. Até quando? Até quando nós permitirmos. Para parar com a terceirização, tem de ter acordo coletivo com o Sindicato e só vai ter, se os trabalhadores (as) da Record se mexerem, junto com o Sindicato.

Além da jornada

Sindicato recebeu informações de que na gravação do “Família Record” os trabalhadores das empresas terceirizadas chegaram a trabalhar mais de 18h. Completamente fora da jornada. Total descumprimento do que sobrou da Lei trabalhista. Quem é o responsável por isso? Vamos colocar essa irregularidade na conta de quem? Falta de respeito aos trabalhadores com as chefias cobrando cada vez mais e humilhando os trabalhadores (as).

Se faz de cega, se faz de muda

Por diversas vezes a direção da Record já foi chamada para negociar um acordo coletivo de trabalho – ACT. Mais do que explicado, o ACT é uma forma de não só ter a garantia jurídica do cumprimento da Lei, como valoriza os trabalhadores (as) que destinam grande parte de suas vidas ao trabalho na empresa. O Sindicato dos Radialistas continua aberto a negociações para fechar acordo coletivo de trabalho com a Record.

 

Assédio moral é crime

A Record já foi avisada a respeito do assédio moral que vem ocorrendo na empresa através de suas chefias