Sindicato fecha Acordo Coletivo com TV Novo Tempo e garante abono salarial a todos os trabalhadores

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Foto reprodução internet: Sede TV Novo Tempo

Em assembleia realizada na tarde desta terça-feira (20) os trabalhadores da TV Novo Tempo aprovaram a proposta de assinatura de acordo coletivo de trabalho entre o Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo e a empresa e garantiu, além do reajuste salarial, o pagamento do abono salarial, todas as cláusulas econômicas e sociais.

 

Diferentemente de outras empresas, que tem seguido a orientação descabida do Sindicato dos patrões, a TV Novo Tempo não só aceitou a proposta de acordo com o Sindicato dos Radialistas, beneficiando seus trabalhadores, mas garantiu, também, isenção de um passivo de pagamentos retroativos, que vem se acumulando para as empresas que não deram reajustes salarais, o pagamento das cláusulas econômicas, presentes na Convenção Coletiva de Trabalho da categoria. Sem garantir o poder de compra dos salários dos trabalhadores, isso reflete na percepção do tipo de valorização que a empresa dá aos seus funcionários. Os valores não pagos vão se acumulando e, em algum momento, deverá ser prestado conta com os trabalhadores e com o Sindicato.

O percentual aprovado na assembleia dos trabalhadores da TV Novo Tempo foi de 7,59%, que será aplicado sobre os salários de maio de 2020, já reajustados em 2,46% e será concedido em julho/2021. O acordo também garante reajuste no ano que vem pelo índice do INPC, do período. O Acordo Coletivo de Trabalho aprovado é de 2020 a 2023. E os pagamentos do PPR, quinquênios, tickets e demais cláusulas econômicas e sociais, que compõe, historicamente, a Convenção Coletiva da Categoria foram mantidas. 

Uma vitória para os trabalhadores da TV Novo tempo que, conscientes de seu compromisso de classe, participaram da assembleia e reafirmaram o desejo de ter seus direitos respeitados e valorizados.

Há quatro anos o Sindicato dos Radialistas tenta negociar a aprovação da Convenção Coletiva de Trabalho da categoria com o sindicato dos patrões, que se recusam a atender as reivindicações da categoria, condicionando aceitação de negociar, apenas retirando direitos históricos dos radialistas, que em todas assembleias realizadas tem rejeitado as propostas dos patrões.