RH da Bandeirantes mente em comunicado aos trabalhadores do grupo nesta terça-feira (31)

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Em comunicado enviado pelo RH da empresa nesta tarde de terça feira (31), o grupo Bandeirantes de Rádio e TV,  afirma que "repactuou" um acordo de pagamento do Programa de Participação dos Resultados (PPR), que pertence a categoria dos radialistas e que está previsto para folha de pagamento de março, com crédito em 06 de abril. 

 

Veja a resposta do Sindicato; 

"Em resposta à solicitação do Grupo Bandeirantes de Comunicação para a postergação do pagamento da segunda parcela do PPR referente ao ano de 2018, temos a dizer o que segue:

Segundo o Artigo 4º do Decreto nº 10.288/2020 as empresas de radiodifusão de sons e de imagens foram incluídas na relação de atividades essenciais, portanto, continuam funcionando e é visível o fato de que os comerciais continuam sendo veiculados, inclusive os informes publicitários do Governo sobre a pandemia, ou seja, não há impacto financeiro que precise ser amenizado com o adiamento do pagamento do PPR.

A postergação do pagamento do PPR de 2019, ou a diminuição de qualquer direito, causaria um impacto negativo na vida dos trabalhadores uma vez que os mesmos não terão nenhuma redução nos seus compromissos financeiros e nem sequer apoio do governo para complementar o que a empresa deixaria de pagar, além disso estão sem Convenção Coletiva há quase 03 anos e, mesmo com a antecipação salarial, não tiveram o pagamento dos retroativos o que já representa um prejuízo maior que 25%.

Aproveitando o ensejo, continuamos abertos para assinatura de Acordo Coletivo de Trabalho 2018-2020.

Sendo o que tínhamos para o momento.

At,

Sérgio Ipoldo Guimarães

Sindicato dos Radialistas SP

Diretor Coordenador"

A Band, de forma leviana, usou o nome do Sindicato dos Radialistas de forma indevida, com medo de assumir uma posição em que é só dela, de não pagamento do que foi acordado com o Sindicato e trabalhadores, em assembleia realizada dentro da própria empresa, para confundir os trabalhadores, pois a decisão tem de ter o aval dos trabalhadores junto com o Sindicato.