A procuradora Priscila Schreiner e Ana Paula Teodoro Faleiros, gerente jurídica da Band, assinam o Termo de Compromisso. Foto: Daniela Lopes - Ascom PR/SP

 

A empresa com sede no Morumbi, em São Paulo será penalizada por não se preparar adequadamente para recepcionar os participantes do programa The X-factor, transmitido pela emissora em 2016, durante audições na Arena Corinthians. Essa decisão é resultado de acordo assinado entre a emissora e o Ministério Público Federal na última sexta feira (21). O acordo consiste em veicular campanha contra cyberbullying para crianças e adolescentes.

Os problemas narrados pelos candidatos levaram à instauração de inquérito civil pela Procuradoria da República em São Paulo. Durante a apuração dos fatos, a emissora esclareceu que as falhas foram resultado do grande número de pessoas que compareceram à seleção, quase três vezes maior do que o inicialmente esperado. Ante a falta de previsão para a continuidade do programa, o MPF buscou, como solução satisfatória para o caso, a compensação por meio de campanha de interesse social.

Campanha - A propaganda que será veiculada pela emissora vai abordar os comportamentos e consequências prejudiciais do cyberbullying com o objetivo de prevenir e combater a prática. “Este acordo tem como finalidade unir esforços contra este fenômeno, buscando a conscientização da população sobre os malefícios sociais e emocionais causados às vítimas”, destaca a procuradora da República Priscila Schreiner, responsável pelo inquérito.

A produção e veiculação da campanha serão supervisionadas pelo MPF/SP e pela ONG SaferNet, a fim de que transmita com efetividade a mensagem sobre as consequências danosas e indesejáveis provocadas pelo cyberbullying e obtenha o maior alcance possível entre o público infantojuvenil. As duas instituições já trabalham juntas para incentivar e divulgar boas práticas no uso da internet, por meio de oficinas e palestras voltadas para jovens e educadores, no âmbito do projeto “Ministério Público pela Educação Digital nas Escolas”. Clique aqui para saber mais.

O cumprimento das obrigações assumidas com a assinatura do Termo de Compromisso possibilitará o arquivamento do inquérito. Durante as tratativas entre o MPF e a TV Bandeirantes, foi acordado ainda que, caso a emissora resolva produzir uma nova temporada do programa “The X-factor Brasil”, a decisão deverá ser informada à Procuradoria da República, com o detalhamento de uma nova forma de realização das audições, de modo que os problemas ocorridos não se repitam.

Leia a íntegra do Termo de Acordo e Compromisso

Com informações do Portal MPF

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Ana Claudia Mielke, do coletivo Intervozes, foi uma das debatedoras da mesa sobre “qual é o papel da mídia?”. Uma primeira questão que ela colocou foi delimitarmos de que mídia estamos falando, que é a chamada grande mídia.

A jornalista e radialista abordou a concessão para o rádio e televisão como um dos grandes problemas que temos hoje, principalmente quando se observa que uma grande maioria de emissoras são propriedade ou são vinculadas a políticos, o que é uma ilegalidade.

Nascimento Silva, representante da FITERT, lembrou que na 1° Conferência Nacional de Comunicação, foi proposto um marco civil regulatório, mas que por interesse das empresas e dos políticos, ela não se concretizou. Nascimento foi contundente ao dizer que enquanto não se discutir o conteúdo das mídias, não estará de fato se falando de democratização dos meios de comunicação, inclusive no caso das rádios comunitárias.

O coordenador do Sindicato dos Radialista no estado de SP, Sérgio Ipoldo fez menção a dificuldade que as rádios comunitárias sofrem em questão do financiamentos, assim como também ocorre com as emissoras públicas como a RTV Cultura e as Universitárias, que estão fichando por falta de verba. O Dirigente Sindical alertou que essa realidade vem de encontro com as necessidades da grande mídia, que está a serviço do capitalismo e não quer ter concorrência.

Após o término deste debate, o congresso se debruçou na elaboração do plano de luta para os próximos anos.

O Juiz trabalhista, Dr Jorge Luiz Souto Maior esclareceu aos presente no 10º Congresso alguns dos pontos da Lei que modifica a CLT que foi aprovada pelo Senado e sancionada pelo Presidente Temer no último dia 11 de julho.

Segundo o Juiz, essa nova lei tem o objetivo de proteger o capital, é uma reformulação empresarial dos direitos trabalhistas.

Isso fica evidente quando se observa como se dará, a partir dessa lei, os processos trabalhistas. O trabalhador caso perca o processo deverá pagar pelas custas e mesmo que ganhe haverá valores a ser pago, isso é, inviabilizou-se o acesso à justiça para as pessoas mais pobres, já que mesmo que se ganhe o processo o trabalhador pode acabar perdendo dinheiro, explicou Souto Maior.

Com a liberação da negociação individual e se sobrepor o negociado pelo legislado traz grandes prejuízos aos trabalhadores, cria uma concorrência entre os funcionários, acaba-se por diminuir direitos e cada vez mais os trabalhadores pensam em se manter empregados, mas será difícil pensar-se em conquistar mais direitos. "O trabalhador dirá, a partir de agora, se mantiver o emprego, está bom", refletiu o Juiz.

No ponto que se libera gestantes e lactantes para trabalhar em locais de periculosidade, Souto Maior explica como isso ocorrerá. Na realidade, a mulher poderá optar por trabalhar ou não neste local, se escolher por manter a função no local, deverá apresentar um atestado médico liberando. A perversidade deste ponto é que, a mulher, ao escolher não permanecer neste local, deixará de receber por essa função e, possivelmente, perderá este posto para outro colega. Essa pressão fará, muitas vezes, a mulher aceitar permanecer neste local para não perder em salário.

O Juiz ainda analisa que, com 14 milhões de desempregados, a pressão dos patrões para que os trabalhadores aceitem retiradas de direitos será imensa e que cada vez mais veremos locais de trabalhos descaracterizados, como em nosso ramo, em empresas de televisão e rádio sem radialistas, pois possivelmente, todos os pontos serão terceirizados.

Foto: divulgação.       Radialista Siqueira César

 

Faleceu neste sábado (22), aos 80 anos, o radialista Siqueira Cesar, que por mais de três décadas trabalhou na Rádio Hertz AM, de Franca.

Durante vários anos Siqueira César apresentou um dos programas mais ouvidos do rádio francano, sempre no final da tarde, de estilo sertanejo raiz.

Adão Martins Siqueira, nome de batismo, estava com problemas de saúde quando veio a falecer.

O corpo do radialista será velado no Velório São Vicente de Paulo, em Franca, e o sepultamento será realizado no cemitério de São José da Bela Vista às 15h deste domingo (23).

Diretoria e funcionários do Sindicato dos Radialistas enviam condolências aos familiares e ex colegas de trabalho deste companheiro que, por muitos anos, foi sócio de sua entidade de classe.

Soqueira Cesar, presente. Agora e sempre. 

 

Com informações de Marcelo Bomba no Blog do Bomba

 

 

 

 

Na tarde do segundo dia de congresso, Rita Pinto, dirigente do Sindicato dos Trabalhadores da Previdência de SP (SINSPREV) foi uma das palestrantes sobre a proposta da reforma da previdência, segundo ela, na verdade, essa reforma é um desmonte estrutural da previdência social.

Rita diz que, essa aniquilação se iniciou com a PEC do congelamento, sancionado pelo governo Temer em 2016, que determina o congelamento do orçamento da união por 20 anos, isso é, o que se é destinado à educação, saúde, previdência serão o mesmo daqui dois séculos. Nesse sentido, uma das questões reais do desmonte é se acaba com a aposentadoria por tempo de contribuição, e aumentando a idade para poder se aposentar. Esse desmonte, conjugado com os outras reformas, vem precarizar ainda mais a vida da classe trabalhadora.

Antes mesmo da reforma ser aprovada, há um sucateamento do INSS com mecanismos para dificultar a vida do assegurado. A dirigente confirma que cerca de 40% das agências do serão fechadas, transferindo para um sistema digital, e extinguiu o ministério da previdência, e o INSS está vinculado à assistência social. Empurrando o trabalhador para o sistema privado de previdência

Arnaldo Marcolino, membro do Movimento Popular diz que a luta que é necessária hoje passa por se entender que a seguridade social é um direito humano e inalienável. Mas temos um determinando social que faz uma seleção de quem vai ter acesso a este direito e os outros, para quem esses direitos serão negados.

Estado tem o papel regular essa seguridade social, por meio da saúde, do trabalho e da previdência, mas cada vez mais o governo se nega em dispor isso para a classe trabalhadora, destacou o membro dos movimentos populares.

A mobilização popular e esclarecimento da população quanto a esses temas, é que realmente pode fazer a diferença nessa luta por manutenção desses direitos, finalizaram os palestrantes.

O momento de análise de conjuntura tem o objetivo de levar para a reflexão da situação política, econômica, social e cultural na qual vivemos. Para colaborar nessa tarefa, compuseram a mesa de debate de conjuntura Matheus Nunes da União da Juventude Rebelião (UJR), Mané Melato, Dirigente do Sindicato dos Metalúrgicos de Campinas e Região e Zé Antonio, Coordenador da Federação Interestadual dos Trabalhadores em Empresas de Rádio, Televisão (FITERT).

A política Nacional foi o grande assunto dessa mesa, Zé Antonio fez um breve resgate das lutas da categoria radialista e contextualizou a situação dessa parcela da classe trabalhadora frente aos projetos do governo Temer, do senado e do congresso. "A Fitert vinha com uma luta histórica para buscar uma aposentadoria especial para os radialistas, pela condições especial de trabalho. Radialistas carrega muito peso, tem uma carga de estresse muito grande e fica exposto a muita adversidade. Com a reforma da previdência sendo aprovada, isso tudo vai ficar ainda mais difícil de ser conquistado e vão destruir ainda mais nossas condições de trabalho, afirmou o coordenador da FITERT.

O dirigente sindical Mané Melato, resgatou o histórico da luta operária em nossa país, destacou que tudo que vamos perder com a reforma trabalhista e a liberação da terceirização são frutos dessa luta, inclusive pontos da Constituinte de 88. Um exemplo foi a redução de jornada de trabalho que ocorreu nesse período, que a partir de agora ficará a cargo dos desmandos dos donos das empresas. Salientou que devemos ficar atentos aos movimentos de trabalhadores de outros países, pois eles influenciam no que ocorre aqui, e vice e versa. "A revolução socialista que ocorreu em 1917 na URSS reverberou aqui, mesmo sem celular, internet, em a resposta a revolução, aconteceu uma grande greve geral aqui no Brasil", confirmou Melato. Melato deixou claro que a luta dos trabalhadores por mudanças na estrutura de organização da sociedade são, mais que nunca necessárias, e que esse instrumento de luta que temos, que são os sindicatos, não são suas estruturas físicas, mas as pessoas que se mobilizam pela classe trabalhadora.

Matheus Nunes lembrou que devemos deixar claro às pessoas o que queremos com nossas lutas e que os processo eleitorais não são a saída para nossas mazelas políticas., sociais e econômicas, mas são instâncias importantes de enfrentamento " Essas reformas em curso tem o objetivo de aumentar a taxa de lucros dos empresários e elevar o pagamento de juros aos banqueiros", afirmou o membros da UJR. Isso explicita de fato a quem os governantes estão a serviço, que é ao empresariado e aos banqueiros. Ao falar da nossa história de luta Matheus rememorou o movimento de resistência em Cuba, 26 de julho, que há 64 anos atrás junto a população do país derrotou uma ditadura militar e instituiu uma democracia popular.

Os congressistas puderam dar suas contribuições. No geral, a ideia de se construir saídas para a precarização da vida da classe trabalhadora esteve presente na maioria das falas, do mesmo modo que o entendimento de que só com organização e união dos trabalhadores é que se construirá essa saída.

No dia de hoje, 21 de julho, se iniciou, na sede do sindicato na capital do estado, o 10° congresso dos radialistas no estado de SP.

Na mesa de abertura, alguns convidados fizeram breves saudações aos congressistas.

Matheus Nunes, integrante da União Juventude Rebelião (UJR) iniciou as saudações reafirmou o compromisso da juventude revolucionária com as lutas da classe trabalhadora e da categoria dos radialistas. Salientou, ainda, a necessidade de se organizar a classe pela busca do socialismo como a saída para as mazelas que sofremos diariamente.

Nascimento Silva, do Sindicato dos Radialistas do estado de Minas Gerais valorizou e exaltou a importância da base dos radialistas em participar desses momentos de organização da categoria e lembrou que o estado de São Paulo é um exemplo dessa articulação para o restante do país.

Representando o instrumento de luta da classe trabalhadora, Intersindical, Ana Paula Rosa, ao saudar todos e todas, destacou o grande embate que a classe trabalhadora tem contra o capitalismo e não apenas com determinado governo ou partido político. Ela afirmou que a diferença que há entre o governo no poder hoje para os anteriores é apenas a intensidade e as formas de precarização dos trabalhadores, mas que isso já vinha sendo praticado.

Zé Antonio, coordenador da FITERT, pela sua vez, lembrou que vivemos tempos de conjuntura muito difícil e que os trabalhadores devem aproveitar esse momento tão importante que é o congresso de uma categoria para refletir e definir como serão os rumos de ação e lutas para o próximo período.

Edwilson da Silva, do Sindicato dos Radialistas do estado de Goiás, se colocou solidário às lutas travadas pelos radialistas em nosso estado e disse acreditar que o congresso poderá trazer grandes frutos aos trabalhadores tanto em São Paulo como para a organização nacional da categoria.

O restante da noite da abertura foi dedicado para leitura e aprovação do regimento interno.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Radialista repórter entrevistador Ligeirinho

Com informações do aceesp

Eduardo Luiz, mais conhecido como "Ligeirinho" faleceu nesta segunda feira (10), em Atibaia, interior de São Paulo. Ligeirinho recebeu esse apelido do locutor esportivo Fiori Gigliotti, que faleceu há longo onze anos. Isso se deu pela forma que Ligeirinho trabalhava. Antenado nas situações em campo, não tardava estar com novas notícias para serem reportadas. 

Ligeirinho trabalhou por muitos anos na Rádio Bandeirantes, com passagens pelas Rádios Record e Rádio Capital, que são emissoras da cidade de São Paulo.

Na Tropical FM de São Paulo (107,9), Ligeirinho atuava na equipe esportiva da emissora.

O sepultamento do companheiro e radialista, Ligeirinho, será realizado nesta terça ferira (11), às 16h30, no cemitério Picanço, em Guarulhos, localizado na Rua Timóteo Penteado n. 1329. Mesmo local onde acontecerá o velório a partir das 14h00.

 

Eduardo Luís, o Ligeirinho, presente. Agora e sempre.

 

 

 

 

Paixão

16/11/1959 - 05/07/2017

 

Faleceu aos 57 anos nesta quarta feira (05) o companheiro Dorgival Paixão Feitosa, operador de câmera UPE e ex-funcionário da Rede TV, mais conhecido como Paixão. Funcionário dos tempos da TV Manchete, passou pela Rede Globo, Record, Band, ESPN e diversas produtoras.

Paixão morreu em decorrência de um câncer nos rins.

O corpo está sendo velado no velório do cemitério da Vila Alpina, das 10h00 as 14h00. Após o velório o corpo será cremado no crematório do cemitério da Vila Alpina. O endereço é Avenida Francisco Falconi n. 837, Vila Alpina, na cidade de São Paulo.

Companheiro Paixão, Xibiu para alguns, presente. Agora e sempre.

 

 

    

 

 

 

 

 

 

 

A GREVE CONTINUA EM DEFESA DOS DIREITOS

A manhã de hoje em Curitiba, ficou marcada com a reedição da ação de repressão do Estado que aconteceu em 2015 contra os trabalhadores do serviço público.

Se em 2015 Beto Richa do PSDB colocou a Polícia para atacar trabalhadores do serviço público estadual que lutavam pelos direitos que o governo tentava exterminar, na manhã de hoje o que se viveu foi o enfrentamento contra a mesma Polícia que à serviço do Prefeito Rafael Greca/PMN atacou professores do Magistério Municipal e o conjunto do funcionalismo municipal que estão em luta contra o assalto à Previdência, o congelamento dos salários e a retirada de direitos.

Os vereadores se esconderam atrás da repressão do Estado para votar o pacotaço do governo municipal que retira direitos garantidos através de muita luta pelos trabalhadores municipais de Curitiba.

Bombas jogadas dos helicópteros da Polícia Militar, gás pimenta, cassetetes, cavalaria, toda a repressão do Estado a serviço do governo e de seus parlamentares para atacar os trabalhadores em luta em defesa dos direitos que essa corja tenta exterminar.

A mesma receita aplicada por outros governos estaduais e municipais é aplicada em Curitiba/PR, abasteceram as empresas privadas de farta ajuda com os recursos públicos e agora tentam impor aos trabalhadores o pagamento da fatura dessa conta.

Mas os trabalhadores não se intimidaram, enfrentaram a repressão e o mais importante seguem firmes na greve que entra na sua terceira semana. Uma luta que é do conjunto da classe trabalhadora.

A luta dos trabalhadores do serviço público de Curitiba soma-se a luta geral da classe trabalhadora contra os ataques do Capital e seus governos que querem acabar com à Previdência, nos obrigar a trabalhar até morrer com suas propostas de massacre à aposentadoria e aos direitos trabalhistas.

O funcionalismo público de Curitiba decidiu que a greve continua, a luta vai se espalhar pelo conjunto da cidade e é mais um exemplo para o conjunto dos trabalhadores que é se colocando em movimento que garantimos nenhum direito a menos e avançamos em nossas reivindicações.

A INTERSINDICAL está firme lado a lado dos trabalhadores em greve. Na luta que garantimos os direitos e é no fortalecimento dessa luta que vamos enfrentar os ataques do Capital e de seu Estado.

 

Fonte: INTERSINDICAL

O Sindicato dos Radialistas no estado de São Paulo convoca todos os trabalhadores radialistas para discutir e deliberar sobre a participação da categoria na GREVE GERAL marcada para o próximo dia 30 de junho.

 

Participe dessa decisão

27/06/2017 às 20h
Sede do Sindicato
R. Conselheiro Ramalho, 992 - Bela Vista- São Paulo/ SP