Na próxima quinta (18), ocorre mais uma plenária dos trabalhadores da EBC para discutir ações contra as reformas da previdência e debater a atual situação da empresa.

A plenária ocorrerá em videoconferência às 13 horas e está sendo convocada pelos Sindicatos dos Jornalistas e Radialistas do DF, RJ e SP. Em Brasília, a plenária irá acontecer no Espaço Cultural da EBC.

Após uma grande mobilização da EBC na Greve Geral do dia 28/4, os trabalhadores irão debater novos enfrentamentos às reformaas trabalhistas e previdenciária do Governo Fedaral. A proposta é somar esforços ao ato convocado pela centrias sindicais em Brasília no dia 24 de maio.

Também está em pauta a crescente censura dentro dos veículos da EBC e o corte do orçamento da empresa. As mudanças na legislação, além das questões relacionadas ao plano de carreiras, plano de desligamento voluntário também serão debatidas.

O IBGE divulgou, no último dia 10 de maio, o INPC, índice aprovado em Campanha Salarial como o valor para o reajuste salarial deste ano.

A democracia no Brasil não pode existir sem a efetiva democratização dos meios de comunicação. É a partir desse pressuposto que, desde os anos 1990, o Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC) congrega entidades da sociedade para enfrentar os problemas da área no país. São mais de 500 organizações filiadas, entre associações, sindicatos, movimentos sociais, instituições não-governamentais e coletivos que se articulam para denunciar e combater a grave concentração econômica da mídia no país, a ausência de pluralidade política e de diversidade social e cultural nas fontes de informação, os obstáculos à consolidação de uma comunicação pública e cidadã e as inúmeras violações à liberdade de expressão. Em tempos de avanço do conservadorismo e de ruptura democrática no Brasil, as violações à liberdade de expressão têm se multiplicado, com a repressão de protestos e manifestações em defesa de direitos sociais, censura privada ou judicial de conteúdos na internet e nos meios de comunicação, violência contra comunicadores, etc.

A segunda edição da Feira Nacional da Reforma Agrária, organizada pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), teve início nesta quinta-feira (4), no Parque da Água Branca, localizado na zona oeste de São Paulo (SP). O evento, que vai até o domingo (7) e reúne mais de 800 agricultores com 250 toneladas de alimentos de todo país, tem o objetivo de dialogar os valores do movimento e da reforma agrária com a sociedade.

Em assembleia ocorrida no dia 25 de abril, os radialistas no estado de SP, deliberaram aderir à paralisação convocada pelas centrais sindicais e pelos movimentos sociais para a próxima sexta-feira, dia 28.

 

O mote dessa manifestação, que está sendo articulada em todo o território nacional, é dizer não à reforma da previdência e a terceirização.

Para mais informações, acesse o link  

Você aí parado, também será atacado

Para diversas funções regulamentadas na lei do radialista as opções para formação em instituições de ensino, tanto público quanto privado são bastante escassas. Para os profissionais mais antigos, inclusive, muitas das funções foram apreendidas apenas na prática.
Resultado disso é que temos diversos profissionais sem registro na função que exercem, ou em casos ainda mais extremos, trabalhadores que possuem um registro falsificado para as funções em que trabalham.
Preocupado com esse fato o Sindicato vem desenvolvendo um curso de regulamentação para sanar esses problemas. A posição da entidade sindical é sempre valorizar e apoiar que os profissionais radialistas tenham uma formação qualificada.
Esse projeto se dará em parceria com a escola Rádioficina, que será responsável por ministrar o curso. As funções que serão englobadas nessa regulamentação serão: Contra regra, Maquinista, Guarda Roupeiro, Camareiro , Continuista, Operador de microfone, Operador de Cabo, Auxiliar de UPE, Auxiliar de Iluminação e Almoxarife Técnico.
A proposta é desenvolver uma grade curricular reduzida, especial para profissionais que já atuam nas funções. Como pré-requisito o trabalhador deve ter um tempo mínimo de experiência de 3 meses, retroativo ao mês de fevereiro de 2017.
O Sindicato, via suas redes de relacionamento com a categoria, disponibilizará uma ficha de pré-inscrição para verificar a demanda da categoria. Essa será uma ação pontual, portanto, se você se encaixa nessas condições descritas, entre em contato com a entidade sindical.
Para os trabalhadores que não tiverem condições de custear o curso, o Sindicato dispõe do fundo do desempregado. Os trabalhadores deveram cumprir os seguintes critérios:
Custeio integral de cursos
-Para os desempregados: comprovar mediante holerite que contribuiu com o fundo dos desempregados por no mínimo seis meses.
-Para os trabalhadores que estão na ativa, comprovar mediante holerite que contribui com o fundo dos desempregados há no mínimo seis meses, seus rendimentos brutos mensais. não ultrapassem dois pisos regionais.
Custeio parcial de cursos
-Para os que recebem rendimentos brutos mensais entre dois e até quatro pisos regionais terão ajuda de 50% (cinquenta por cento) do valor do curso.
-Para os que recebem rendimentos brutos mensais entre quatro e até seis pisos regionais terão ajuda de 25% (vinte e cinco por cento) do valor do curso.
Independente de qual seja o seu caso, se você exerce esses funções sem registro ou com registro falsificado, entre em contato conosco, vamos juntos garantir mais direitos e melhores condições de trabalho para nossa categoria.

O custeio dos cursos pela entidade sindical está rigorosamente condicionado a disponibilidade de recursos do fundo do desempregado.

Se você tem interesse em participar desses cursos, faça a pré-inscrição neste link http://www.radialistasp.org.br/index.php/curso

A imprensa toda noticiou e o empresariado de radiodifusão comemorou as mudanças no marco regulatório do setor, publicadas na quarta-feira, 29.03, no Diário Oficial da União. Para a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e TV (Abert), foi “a maior vitória dos últimos 50 anos”.

Após intensas rodadas de negociações e com a pressão dos trabalhadores, ao manter-se firmes durante a greve, a direção da empresa aceitou fazer a regularização nos pagamentos dos tickets atrasados e não pagos, pagamento do percentual do Programa de Participação nos Resultados (PPR), cumprimento da Convenção Coletiva de Trabalho - CCT - nos itens que a empresa não cumpria (19 itens) , estabilidade no emprego e não desconto dos dias parados para os trabalhadores que entraram em greve.

Entre as resoluções da Assembleia Orçamentária está a devolução de parte da Contribuição Sindical que é descontada compulsoriamente de todos os trabalhadores com carteira assinada.

A devolução da Contribuição Sindical, acontecerá da seguinte forma: Para as pessoas que são sócias do Sindicato, parte do valor da Contribuição Sindical será devolvido em forma do não pagamento da mensalidade associativa do mês de maio de 2017. O valor da mensalidade associativa é 1,5% do salário base.

Lembrando que o desconto de 1 dia de trabalho para a Contribuição Sindical é determinado por lei, e seu valor não é direcionado integralmente ao Sindicato, mas sim dividido pelo Sindicato, Federações, Confederações e a "Conta Especial Emprego e Salário", administrada pelo Ministério do Trabalho e Emprego.

O governo ilegítimo e golpista de Michel Temer e seus aliados em todas as esferas de estado vêm, de maneira arbitrária, colocando em prática a retirada de direito da classe trabalhadora. A reforma da Previdência e a aprovação da Lei da Terceirização têm como consequência a precarização ainda maior da vida de quem trabalha.

Pela proposta da reforma da Previdência, para se ter direito à aposentadoria, será necessário trabalhar por cerca de 49 anos e ter idade mínima de 65 anos, se quiser a aposentadoria integral. Sem falar que se iguala essa data limite para homens e mulheres, desconsiderando o cotidiano de dupla jornada das mulheres, que trabalham em casa tanto quando no mercado formal.

Já o projeto de lei que autoriza a Terceirização de qualquer área de atuação, inclusive para as atividades fins, representa a retirar dos direitos garantidos na CLT e colocar toda a classe trabalhadora a mercê dos perigos da terceirização. Em postos terceirizados se trabalha cerca de 3 horas a mais por dia, ao mesmo tempo que se ganha cerca de 24% a menos, segundo dados do Dieese. Além de diversos direitos duramente conquistados, como FGTS, e benefícios como vale alimentação serem ignorados. De 10 acidentes de trabalho, 8 acontecem com trabalhadores terceirizados.

Nesse momento se coloca a importância da união dos trabalhadores e da participação ativa nas lutas contra esses absurdos. Por isso, estaremos mobilizados, ocupando as ruas, juntos com entidades de trabalhadores, organizações sociais e populares e movimentos estudantis para dizer NÃO à reforma da Previdência, NÃO para a lei da Terceirização e NÃO para esse governo ilegítimo e golpista.