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Na assembleia orçamentária, além da prestação de contas, a categoria presente aprovou a venda da colônia de férias

 

Radialistas de todo o estado de São Paulo estiveram reunidos em assembleias para aprovação

de prestação de contas do Sindicato e pauta de negociação da campanha salarial 2018.

 

da Redação

 

Radialistas de São Paulo e que vieram em caravanas do interior aprovaram a prestação de contas da diretoria, que garantiu lisura e transparência dos gastos e administração dos recursos da categoria. Na previsão de gastos deste ano de 2018, a diretoria apontou redução significativa do orçamento, para se adptar a nova realidade de recursos que deverão ser arrecadados pela entidade sindical.

 

Colônia de Férias 

Com déficits seguidos, há anos, a colônia de férias foi discutida pela categoria com a opção de venda. Na assembleia os trabalhadores entenderam que não era possível mais manter uma estrutura dispendiosa e de pouco uso. Com votação quase unânime, foi aprovado a venda da Colônia de Férias dos Radialistas com o compromisso da diretoria dar mais publicidade nas opções de lazer que o Sindicato dos Radialistas tem a oferecer através de parcerias com outras entidades sindicais e com o Club de Férias, que mantém extrutura e convênios com hoteis, resorts e colônia de férias em todo o Brasil. 

 

Campanha Salarial

Foi aprovado pela assembleia dos radialistas uma pauta que mantém as cláusulas sociais do ano passado e as cláusulas econômicas de reajuste e aumento real para a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT);

 

- Reajuste de inflação integral pela análise do Índice do Custo de Vida (ICV), calculado pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) e aumento real de 5%.

- 100% de acréscimo sobre a hora normal, para todas as horas extras.

- Adicional noturno de 50%

- Mantém-se as cláusulas de quinquênio que ia até o quinto e, se aprovado, passaria agora ao sexto (18%) e sétimo (21%) quinquênio.

- Participação nos Resultados/abono com 50% do salário com limites; na capital mínimo de R$ 1.143,40 e máximo de R$ 4.267,93. Para cidades com mais de 80 mil habitantes mínimo de R$ 885,67 e máximo de R$ 3.365,77 e para cidades com menos de 80 mil habitantes com mínimo de R$ 721,34 e máximo de R$ 2.528,82.

- Vale refeição no valor de R$ 25,00

- Verba de viagem no valor de R$ 40,00

 

Saiba quem terá direito aos aumentos e às cláusulas sociais negociadas, se aprovadas, da CCT a partir deste ano

Dentre as cláusulas aprovadas está a da aplicabilidade da convenção coletiva, em adaptação a nova legislação trabalhista aprovada pelo congresso na Reforma Trabalhista. A cláusula determina que a Convenção Coletiva de Trabalho aplica-se exclusivamente aos sócios da entidade sindical e não mais a todos os trabalhadores da categoria. Os trabalhadores não sócios da entidade, para fazer jus aos direitos da convenção coletiva deverão aderir aos termos juntos ao sindicato mediante pagamento de uma taxa de adesão de 10% do salário base do trabalhador e que deverá ser paga diretamente ao sindicato em sua sede, mediante recibo a ser entregue.

 

Com essa cláusula a diretoria do Sindicato dos Radialistas, bem como os trabalhadores que aprovaram a proposta em assembleia estadual, acreditam corrigir o que consideram uma distorção na aplicação do cumprimento da convenção coletiva, em que deve-se ter direito as conquistas de quem participa da luta, seja ela presente, no enfrentamento ou no financiamento dela.  Ou seja, quem não contribui com nada, não deve ter os mesmos direitos de quem contribui financeiramente para conquistas de tais direitos.

 

Sérgio Ipoldo, diretor coordenador da entidade, durante a assembleia informou que a pauta de reivindicações é o primeiro passo em direção as conquistas, o segundo e mais importante é a organização dos trabalhadores, junto ao sindicato, para fazer valer suas conquistas.

assedio moral

Com histórico de assédios morais, Rede TV! corre o risco de ser denunciada

no Ministério Público por não colocar focinheira em alguns chefetes da emissora

 

Da redação

 

Primeiro na redação

Há pouco tempo a REDETV! foi alvo de denúncias de assédio moral por parte da chefe de redação em vários sites e blogs. A denúncia foi feita pelo Sindicato dos Jornalistas, mas segundo consta, nada de definitivo e contundente foi feito, pois notícias circulam que essa mesma pessoa continua na empresa e tendo a mesma postura, e a direção da emissora nada fez para coibir tais condutas".

 

Então veio pra cenografia

Recentemente, mais uma denúncia do pessoal da cenografia chegou ao sindicato. A denuncia é contra os desmandos e destemperos do gestor do mencionado setor. Esse mesmo gestor por inúmeras vezes já foi denunciado por outros trabalhadores de outros setores. O sindicato por sua vez já o denunciou por várias vezes á direção da REDE TV!, mas nada foi feito, pelo contrario, eles demitiram quem estava sendo assediado e mantiveram ele na emissora. Recentemente mais um foi vítima desse gestor, e nada é feito. Ao que está parecendo mencionada pessoa tem carta branca fazer todo tipo de atrocidade contra os trabalhadores, pois que pula de setor em setor assediando moralmente e de maneira reiterada os trabalhadores.

 

Agora no restaurante VIP

E como não bastasse essas histórias, na última segunda-feira dia 19/02/18, vários trabalhadores vieram se queixar e denunciar o chefe do restaurante VIP da emissora. Esse mesmo senhor já cometeu assédio moral a outro trabalhador que, procurou o sindicato para denunciar. O sindicato passou o caso adiante, e comunicou o fato a direção da emissora sobre o ocorrido e mais uma vez, por se tratar de pessoa de confiança da direção da emissora, quem foi punido foi o assediado, o qual foi demitido.

 

 

E mais recentemente, em operações/externas

Nesta última quarta-feira dia 20/02/2018 chegou ao nosso conhecimento, uma denúncia que trata da falta de respeito e consideração para com os trabalhadores do setor de operações das equipes de externas. Em quanto a maioria dos setores, incluindo o RH da empresa estão sendo reformados, e melhor adaptados, com mais conforto inclusive, os trabalhadores das externas, são tratados com enorme descaso. Devido a falta de equipamentos e serviço, os trabalhadores estão sendo obrigados a aguardarem sua saída em uma sala sem a menor condição de abrigar tantos profissionais de uma só vez, sem contar que tal sala fica próximo do estacionamento da diretoria, sem nenhuma proteção contra, a poluição dos veículos, sem vedação contra o barulho dos mesmo, expostos a picadas de mosquitos de toda a espécie, tais como pernilongos, aranhas e até escorpiões. Como não se bastasse as condições sub-humanas, a direção da emissora ainda tem coragem de colocar cadeiras e mesas usadas sem a menor condição de uso para, no estacionamento meio a materiais de construção.

 

"ISSO É UMA VERGONHA"

Quando é que isso vai parar? Foi preciso vir na porta da emissora e falar o óbvio; que a direção da empresa tome vergonha na cara, se aprumem na decência no trato com quem trabalha e traz recursos para a empresa, para impedir fatos como esse.

 

Somente nossa organização e o enfrentamento coletivo, contra o assédio moral na Rede TV!, poderá mudar essa situação

 

O Sindicato dos Radialistas exige uma postura decente da direção para impedir assédios morais dentro da emissora.

 

não ao assedio

 

Assédio moral é crime!

Após anos de luta, jornalistas e radialistas têm garantidas cláusulas sociais num Acordo Coletivo específico, mas continuam embate por reajuste de salários e benefícios

Audiência na Seção de Dissídios Coletivos do TST, em Brasília. Imagem: Reprodução/SDC-TST Imagem: Reprodução/SDC-TST

Com informações do Sindicato dos Jornalistas de São Paulo

Por Flaviana Serafim 

Audiência na Seção de Dissídios Coletivos do TST, em Brasília.

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) confirmou o direito a um Acordo Coletivo com cláusulas sociais aos jornalistas e radialistas da Rádio e TV Cultura, mantida pela Fundação Padre Anchieta (FPA), em julgamento na tarde desta segunda-feira (19), em Brasília. A Seção de Dissídios Coletivos do TST manteve a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região de São Paulo (TRT2-SP), que em 9 de novembro de 2016 já havia reconhecido o direito a um conjunto cláusulas sociais, num Acordo Coletivo específico com data base em 1º de setembro.

Contudo, assim como o tribunal paulista, o TST indeferiu as cláusulas econômicas reivindicadas pelas categorias, como reajuste salarial e de benefícios, alegando que, devido à natureza de fundação pública da FPA, não cabe discussão sobre a questão pelo Tribunal Superior do Trabalho, uma vez que a Justiça não pode obrigar nem decidir sobre a dotação de recursos do orçamento público.

“Apesar de reconhecer que a Fundação Padre Anchieta ora diz que é de natureza pública e ora que é de natureza privada, o fato é que jurisprudência uniforme dessa Corte entende que a fundação é, sim, de direito público”, disse a ministra Maria de Assis Calsing, relatora do processo, pontuando que, assim, não é possível a FPA adotar a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) das empresas privadas de rádio e televisão de São Paulo.

Com a decisão, apesar da conquista das claúsulas sociais, o Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) e o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas de Radiodifusão e Televisão no Estado de São Paulo (Radialistas-SP) continuam na luta unificada por reajuste salarial, em conjunto com os servidores paulistas pressionando os deputados da Assembleia Legislativa para garantia de recursos. As entidades também discutem se ainda cabe recurso jurídico.

Os jornalistas completaram, neste 1º de fevereiro, 1523 dias de salários congelados, pois o último reajuste foi em dezembro de 2013 e a perda com a inflação acumulada no período é de quase 30% (INPC). No caso dos radialistas, o congelamento completou 1372 dias desde o último reajuste, em maio de 2014, e a perda é de mais de 25%.

Confira o vídeo com a íntegra da audiência no final do texto. 

Ampliação dos direito sociais

Em contrapartida, além das 28 cláusulas sociais que já haviam sido garantidas pelo TRT2-SP, em 2016, a mobilização unificada das categorias garantiu a inclusão de três novas cláusulas ao Acordo Coletivo pelo TST. Entre elas estão a de proteção à saúde do trabalhador, que determina que a FPA se comprometa a realizar medição trimestral dos níveis de radiação emitidos nos casos de uso de equipamentos que utilizem tecnologia de micro-ondas, com envio dos laudos realizados pelos peritos aos sindicatos dos Jornalistas e dos Radialistas.

Na decisão, a ministra Calsing também deferiu a inclusão da cláusula que define que a FPA deve submeter a avaliações anuais de saúde os trabalhadores que carregam equipamentos com mais de três quilos regularmente, além de fornecer aos empregados informações sobre reeducação postural e desenvolver atividades de ginástica laboral por pelo menos 15 minutos diários dentro da jornada de trabalho.

Direito de consciência

Na audiência, o advogado do SJSP, Raphael da Silva Maia defendeu, ainda, o deferimento de recurso para inclusão da cláusula de direito de consciência, com o intuito de garantir ao jornalista o poder de negar que matéria jornalística produzida por ele seja utilizada de forma que viole o código de ética profissional e a relação com as fontes.

“Muitas vezes o jornalista faz entrevista com uma fonte e o conteúdo é utilizado, sem autorização, com outro cunho, e o profissional perde até a credibilidade com a fonte. O direito à liberdade de imprensa, infelizmente, é utilizado somente para defender os interesses das empresas e não dos jornalistas, porque as empresas não garantem esse direito aos próprios empregados”, destacou o advogado na sustentação oral.

A ministra Kátia Arruda concordou com a inclusão por se tratar de cláusula que não tem natureza econômica e por trazer proteção aos profissionais, mas foi voto vencido, pois no entendimento da relatora Calsing, as categorias têm seus estatutos próprios e códigos de ética específicos, o que tornaria a decisão uma “ingerência indevida”.

O ministro Ives Gandra, presidente do TST, também foi contrário ao direito de consciência dos profissionais, com a justificativa de que a cláusula “dá margem a tanta interpretação para [o profissional] dizer ‘não vou fazer isso, não vou fazer aquilo’. É um terreno pantanoso e é muito melhor ficar com as normas que já estão na lei e códigos de ética”, afirmou.

Entenda a luta dos jornalistas e radialistas na Rádio e TV Cultura

Historicamente, a Fundação Padre Anchieta sempre estendia a Convenção Coletiva de Trabalho de Rádio e TV aos seus profissionais, mas, em 2013, a FPA passou a questionar a aplicação das cláusulas. Desde então, jornalistas e radialistas viveram num impasse porque a FPA deixou de aplicar a CCT das emissoras privadas, mas nunca reconheceu ou garantiu direitos trabalhistas do serviço público, como estabilidade de emprego.

Por vários anos, o SJSP e os Radialistas-SP tentaram negociar um Acordo Coletivo específico que garantisse tanto cláusulas sociais quanto reajuste salarial, mas, diante da intransigência da direção da FPA, as categorias entraram de greve, entre 8 e 13 de setembro de 2016, e o dissídio foi a julgamento no TRT2-SP. Na audiência de conciliação, em 13 de setembro de 2016, os representantes da fundação não apresentaram nenhuma proposta, alegando que, “devido à crise do país”, os reajustes de salário estavam proibidos pelo governo estadual de Geraldo Alckmin (PSDB).

Na tentativa de fazer as negociações avançarem, o TRT2-SP estabeleceu que as categorias discutissem a situação em reunião com o Conselho Curador da emissora, e que a FPA se comprometeria a  “envidar todos os esforços no sentido de apoiar uma Proposta de Emenda Orçamentária” para garantia dos reajustes de salários.

Mas sem acordo concreto na primeira audiência, o dissídio foi a outro julgamento pela Justiça do Trabalho, em 9 de novembro de 2016, quando o TRT2-SP reconheceu o direito a cláusulas sociais num documento de quase 60 páginas que, entre outros, garantiu estabilidade de emprego aos profissionais que estejam a menos de dois anos da aposentadoria.

Na época, os desembargadores do TRT2-SP não deliberaram sobre nenhum dos pontos da pauta econômica, alegando que, por se tratar de uma fundação pública, a FPA não pode ser obrigada a destinar recursos não previstos no orçamento público.

Com a confirmação do direito ao Acordo Coletivo específico com cláusulas sociais pelo TST, as categorias vão continuar seu embate unificado pela conquista do reajuste de salários e benefícios.

A partir de agora, além de avaliar se há outras medidas judiciais cabíveis, jornalistas e radialistas prosseguem sua articulação, aliados ao conjunto dos servidores públicos e em articulação com deputados da Assembleia Legislativa paulista, para que uma Proposta de Emenda à Lei Orçamentária Estadual seja aprovada, garantindo recursos efetivamente aos salários das categorias.

 

Rede Internacional de Televiso

Ilustração: reprodução

 

 

Em audiência de conciliação realizada nesta quinta feira (08), com a Fundação Internacional de Comunicação (FIC), mais conhecida como RIT, relativo ao vale refeição, depois de duas horas de discussões sobre a questão, a juiza Andrea Davini Biscardi, da 67ª Vara do Trabalho de São Paulo/SP, formulou uma proposta para fechamento de acordo no pagamento dos valores devido do vale refeição da seguinte maneira: o valor apurado pelo sindicato deverá ser pago, sem qualquer desconto, em cinco parcelas sendo a primeira para o dia 08/03/2018. A empresa concordou com a proposta, para isso o Sindicato deverá realizar assembleia com os trabalhadores para submetê-la a apreciação dos trabalhadores envolvidos no processo. Por essa razão, o Sindicato dos Radialistas convoca todos os trabalhadores da empresa bem como os demitidos, para participar da Assembleia que será realizada na próxima quinta feira (15), na sede do Sindicato às 19hs.

Como foi feito na assembleia anterior, terá validade a proposta que tiver maioria de votos, e a minoria se sujeitará à esta decisão. Dessa forma é imprescindível que todos os trabalhadores envolvidos compareçam na assembleia, pois será necessária a autorização individual de cada um por escrito, pois essa documentação será juntada nesse processo.

O Sindicato dos Radialistas informa que as demais deliberações da assembleia anterior permanecerão inalteradas, inclusive com relação ao número de contas bancárias, já indicadas. Para evitar tumulto na assembleia, caso tenha havido alguma alteração nos dados bancários, o trabalhador deverá entregar essas informações no dia da assembleia, devidamente digitados, contendo: nome completo do substituído; CPF; PIS; Banco; Agência; Conta Corrente. Tal como ocorreu na última assembleia, será disponibilizado na entrada a listagem com indicação da mesa respectiva que cada um deverá se dirigir. Solicita-se ainda a cooperação de todos no sentido de avisar os colegas demitidos sobre a assembleia que se realizará.

Orienta-se os trabalhadores e familiares para não ligar no sindicato para tratar desse assunto e assim evitar congestionamento das linhas, pois todas as dúvidas e informações serão prestadas na assembleia.

 

 

Flaviana Serafim

Foto: Flaviana Serafim

Com informações do Sindicato dos Jornalistas de SP

Por Flaviana Serafim 

 Emissora continua rebaixando proposta de indenização aos demitidos e audiência de conciliação terminou sem acordo

 

Terminou sem acordo, na tarde desta segunda-feira (29), a audiência de conciliação que tratou da demissão coletiva de jornalistas e radialistas da Band, ocorrida no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT2-SP), no centro da capital paulista.

Os profissionais não aceitaram a contraproposta da Band, pois reivindicam no mínimo dois salários como indenização. Nesta segunda audiência, a emissora ofereceu apenas um salário, e somente para os demitidos com mais de 45 anos de idade e pelo menos um ano de trabalho. Além disso, pela contraproposta da emissora, quem tem mais de um ano de trabalho e menos de 45 de idade teria duas parcelas a mais de seguro desemprego e, aos que trabalham a menos de um ano na Band, nenhuma compensação seria paga.

Movida pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Estado de São Paulo (SJSP) e pelo Sindicato dos Trabalhadores em Empresas da Radiodifusão e Televisão do Estado de São Paulo, a ação judicial agora segue para julgamento do dissídio pelos desembargadores do TRT2-SP.

Na audiência desta segunda-feira, os radialistas também reclamaram que muitos dos demitidos ainda não haviam recebido da empresa os documentos que permitem sacar o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e dar entrada no seguro da empresa, e os representantes da Band se comprometeram a resolver a situação até a terça-feira (30).

Quanto os jornalistas demitidos, o SJSP esclareceu que as homologações serão feitas na sede do sindicato nos próximos dias 6 e 7 de fevereiro, mas com ressalvas devido à ação que segue tramitando no TRT2-SP.

Entenda o caso

No último dia 4 de janeiro, alegando “reestruturação”, a Band promoveu uma demissão em massa de quase 80 profissionais, dos quais cerca de 60 radialistas e 15 jornalistas. Prontamente, os sindicatos das categorias moveram ação judicial para suspender as demissões e, ainda, reivindicando que a empresa não fizesse alterações na escala de plantão dos finais de semana dos trabalhadores e trabalhadores.

A ação dos sindicatos garantiu uma liminar no TRT2-SP impedindo novas demissões até a audiência de conciliação, sob pena de pagamento de multa de R$ 15 mil por trabalhador dispensado. Assim, três trabalhadores demitidos em 15 de janeiro foram reintegrados.

Na primeira audiência, no último dia 17, a Band se comprometeu e não alterar a escala de plantão, mas não houve acordo para readmissão dos jornalistas e radialistas dispensados. Na ocasião, o entendimento com os sindicatos foi o de dar continuidade às negociações, mas não houve acordo do período. Desde então, emissora segue rebaixando a proposta de compensação das demissões apresentada pelos sindicatos.

Como a segunda audiência também terminou sem acordo neste dia 29 de janeiro, a partir desta data a Band tem um prazo de cinco dias para entrega de documentos complementares e os sindicatos têm outros 10 dias para se manifestar. Após o prazo, o processo será distribuído entre os desembargadores e a ação segue para julgamento pelo Tribunal.

O atendimento jurídico na área previdenciária mudou de dia da semana e horário. Passou a ser todas as quintas feiras das 10h as 12h. 

O Sindicato dos Radialistas disponibiliza a todos os trabalhadores da categoria atendimento jurídico, também, na área previdenciária. O atendimento é especifico para processos previdenciários e de acidentes de trabalho, que acontece na própria sede da entidade. 

Para ser atendido o trabalhador deverá fazer o agendamento através do telefone 11 3145 9999, ramal 5 (Jurídico).



band

Depois de ver a reforma dos patrões passar no congresso, Rede Bandeirantes pode demitir mais de 300 trabalhadores, com ataques às nossas conquistas

 

Redação Antena Ligada e Mural

 

Não é novidade que a emissora do Morumbi tem descaso com seu quadro funcional. Inúmeros processos trabalhistas foram abertos nos últimos anos devido a esta postura de desrespeito com os trabalhadores. O ano começa com demissões na emissora, aproveitando as "facilidades" que os patrões conseguiram com a mudança na legislação trabalhista.

A Band, através dos seus veículos de comunicação (rádio, TV e imprensa), foi uma, dentre outras empresas de mídia, que defendeu, e defende, as reformas implantadas por um governo que é fruto de um golpe.

Com o discurso de que era necessário modernizar a CLT e que mudando geraria mais empregos, o resultado é esse: perda de direitos e demissões em massa. Os trabalhadores, pais de família, estão sentindo na pele o preço dessa reforma, que foi patrocinada pelos patrões.

As direções dos Sindicatos condenam e repudiam as demissões promovidas pela Band, convocando os trabalhadores para se organizarem com os sindicatos. Somente a nossa organização pode garantir a defesa de nossos direitos.

Crise criada pelos patrões

            Começou com a crise internacional e foi intensificada no Brasil com contribuição da BAND, para que houvesse desestabilização política e econômica. Dessa maneira, ao dar o golpe no governo anterior, o caminho estava livre para atacar os direitos dos trabalhadores por um governo fantoche e ilegítimo.

Radialistas e jornalistas

            Juntos nessa luta, radialistas e jornalistas estão se organizando. Os sindicatos de ambas as categorias começaram a conversar para melhor organizar as duas categorias numa luta que é de todos. Não dá pra ficar olhando o bonde passar, pois as demissões podem chegar em você.

Só um tiquinho

            Segundo o RH da empresa, o grupo tem perto de 3500 trabalhadores. Informaram que iriam demitir apenas 50, mas vários sites de notícias voltados a Rádio e Televisão falam na demissão de mais de 300 trabalhadores. Por isso a importância dos trabalhadores demitidos comunicar aos seus sindicatos para que tenhamos esses números exatos. Tratados como números, pais de família irão para rua da amargura.

            Ou lutamos para modificar o quadro ou sem mobilização as demissões serão recorrentes. Todos devem ter compromisso em defender seus direitos.

            Não às investidas da BAND contra os trabalhadores!

 

NOTA DE REPÚDIO

 

            Os Sindicatos dos Radialistas e dos Jornalistas de São Paulo manifestam o seu absoluto repúdio às demissões de profissionais de rádio e televisão da Rede Bandeirantes. As empresas de rádio e TV ajudaram a alcançar um dos objetivos do golpe, a reforma trabalhista, e não colocam em prática os valores da ética, moral e justiça.

            A Bandeirantes, nos meses anteriores, teve uma postura de ignorar o diálogo com os sindicatos e trabalhadores para resolver qualquer questão coletiva das relações de trabalho.

            São nítidas, as lesões e os prejuízos que se refletirão em nossas famílias, no mercado de trabalho e na sociedade brasileira. Aos que ficam, é imposta a evidente precarização nas relações de trabalho, com sobrecarga de serviço e insegurança geral.

            Diante disso: repudiamos a atitude da empresa, e estamos trabalhando para tomar as medidas cabíveis.

 

Trabalhador, saiba o que fazer em caso de demissão:

 

➡  assine apenas o "comunicado simples de demissão", escrevendo "ciente”. Qualquer outro documento estabelecendo condições (como acordo de parcelamento de verbas ou quitação de direitos) não devem ser assinados.

➡  informe ao sindicato da sua categoria, para que possamos saber ao certo o número total de demitidos.

Sindicato dos Radialistas: 3145-9999

Sindicato dos Jornalistas: 99300-1382

 

 

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Foto: Divulgação Ato realizado na porta do SBT em 2013 para pressionar SBT a pagar adicional de periculosidade, enquanto ação corria na Justiça

 

Por conta do processo movido pelo sindicato o (SBT), informou que a partir do mês de dezembro de 2.017 vai começar a pagar o adicional de periculosidade aos trabalhadores que estão na ativa diretamente na folha de pagamento. O percentual é de 30% sobre o salário base, com incidencia nas horas extras e demais verbas.
Entenda o caso

O Sindicato dos Radialistas ganhou ação na Justiça onde a empresa foi condenada a pagar o adicional de periculosidade a todos os trabalhadores incluidos na ação. Como o Juiz mandou integrar esse direito nos contratos de trabalho, aqueles que estão na ativa passarão a receber a partir desse mês de dezembro. Os valores retroativos já estão sendo calculados pelo contador do sindicato e provavelmente no começo de fevereiro já teremos alguma novidade sobre o processo. Para saber se você faz parte do processo, clique aqui e veja se seu nome consta na lista de substituídos.

TST brasília

Fachada da sede do TST em Brasília (Foto: Ascom/TST)

 

Com informações Sindicato dos Jornalistas do Distrito Federal

 

Em Brasília, nesta quarta (13) os Sindicatos assinaram um novo Acordo Coletivo de Trabalho com a EBC oriundo da proposta de mediação do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e  que foi aprovado em assembleia pelos trabalhadores.

As entidades conseguiram no TST condições que possibilitem a compensação dos dias, mesmo com resistência por parte da direção da empresa. Lembrando que a diretoria da EBC defendia o desconto nos salários de todos os dias parados.

As regras foram registradas na ata da audiência de conciliação desta quarta (13), que devem seguir o seguinte rito estabelecido pelo TST:
- O limite para compensação será de 2 horas diárias, em até 120 dias;
- A compensação ocorrerá mediante comum acordo entre chefia imediata e empregado, com o estabelecimento de plano de compensação em até 10 dias da assinatura do ACT 2017/2018, sendo que os casos de impasse devem ser submetidos por escrito à área de recursos humanos da empresa;
- A empresa pode abater horas-extras, de comum acordo entre chefia e empregado, nos termos da norma vigente – NOR 310, de 06/07/2017 ;
- O empregado pode dispensar a compensação e automaticamente concordar com o desconto;
- Caso as horas não sejam compensadas até os 120 dias, passa-se ao desconto, que se dará somente sobre as horas não compensadas.

Orientação do Sindicato dos Jornalistas do DF

O SJPDF orienta a categoria a encaminhar um plano de compensação a chefia no prazo previsto de 10 dias. O plano deve contar as horas que efetivamente deveriam ser realizadas, lembrando que a avaliação é de que o feriado do dia 15/11 não deve ser compensado e nem os dias já abonados na escala. Quem tiver horas-extras para ser compensadas poderá abater nos dias parados em conformidade com a norma da EBC, ou seja, utilizando os adicionais. Qualquer desacordo com a chefia imediata, o empregado deve recorrer a RH. O Sindicato se coloca à disposição para acompanhar este processo. O trabalhador que tiver dificuldades pode acionar diretamente algum diretor ou entrar em contato com a entidade pelo 3343-2251 ou por meio do Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Confira o modelo de plano de compensação desenvolvido pelo SJPDF:

http://www.sjpdf.org.br/images/fotos/greveebc2017/Plano-compensacao.doc

Veja a reprodução da ata no TST:

http://www.sjpdf.org.br/images/fotos/greveebc2017/ataAudiencia.pdf

Confira o novo ACT da EBC:
http://www.sjpdf.org.br/images/fotos/greveebc2017/2017-2018v2.compressed.pdf

Veja a matéria completa sobre a assinautra do Acordo:
http://www.sjpdf.org.br/noticias-teste/38-extra/3534-sindicatos-garantem-assinatura-do-act-da-ebc-conforme-proposta-do-tst

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Foto: Ronaldo Werneck  -      Will em atividade sindical na porta da TV Record
 
Não tem jeito, a Record, definitivamente, não anda bem com suas decisões, que acabam tendo de serem revertidas na Justiça. 


Por Ronaldo Verneck

Em decisão recente da Justiça, Wilson Santiago Merces, mais conhecido como "Will", conquistou sua reintegração ao trabalho na função de Assistente de Estúdio, depois de ter sido afastado com alegação de falta grave, ao participar de reunião destinada aos auxiliares de câmera na emissora. 

Decisão proferida pela magistrada Maria Fernanda de Queiroz da Silveira, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, neste domingo, garante reintegração ao trabalho ao não reconhecer falta grave, acusação feita pela emissora para tentar justificar uma demissão por justa causa.

Entenda o caso

Em fevereiro de 2016 Will e Nadir, dirigentes sindicais do Sindicato dos Radialistas, estavam liberados para desenvolver atividade sindical e, por isso, compareceram numa reunião destinadas aos auxiliares de câmera da emissora, na qual descobriram "in locu", que se tratava de tentativa de demissão, em massa,desses trabalhadores. A empresa obviamente, não gostou que o Sindicato, através desses dirigentes, estivessem presentes para alertar os auxiliares de câmera do que estava por ocorrer e informar a respeito de alternativas que poderiam tomadas pelos trabalhadores.


Will e Nadir foram, então, afastados de suas funções para que pudessem serem responsabilizados de conduta grave, alegada pela empresa, para justificar demissão por justa causa. Em processos individuais, no caso de Will, a sentença impõe na TV Record mais uma retumbante derrota política, que tem sido recorrente, devido a decisões questionáveis frente ao discurso que a direção promove entre seus funcionários.

Além das custas processuais a empresa está obrigada a fazer os pagamentos, que foram interrompidos, dos salários devidos desde o afastamento até a efetiva reintegração no cargo; 13º salário (s), férias, com abono de 1/3 e FGTS, que deve ser depositado em conta vinculada do trabalhador.

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Foto: Ronaldo Werneck  -      Will em atividade sindical na porta da TV Record
 
Não tem jeito, a Record, definitivamente, não anda bem com suas decisões, que acabam tendo de serem revertidas na Justiça. 


Por Ronaldo Verneck

Em decisão recente da Justiça, Wilson Santiago Merces, mais conhecido como "Will", conquistou sua reintegração ao trabalho na função de Assistente de Estúdio, depois de ter sido afastado com alegação de falta grave, ao participar de reunião destinada aos auxiliares de câmera na emissora. 

Decisão proferida pela magistrada Maria Fernanda de Queiroz da Silveira, do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, neste domingo, garante reintegração ao trabalho ao não reconhecer falta grave, acusação feita pela emissora para tentar justificar uma demissão por justa causa.

Entenda o caso

Em dezembro de 2016 Will e Nadir, dirigentes sindicais do Sindicato dos Radialistas, estavam liberados para desenvolver atividade sindical e, por isso, compareceram numa reunião destinadas aos auxiliares de câmera da emissora, na qual descobriram "in locu", que se tratava de tentativa de demissão, em massa,desses trabalhadores. A empresa obviamente, não gostou que o Sindicato, através desses dirigentes, estivessem presentes para alertar os auxiliares de câmera do que estava por ocorrer e informar a respeito de alternativas que poderiam tomadas pelos trabalhadores.


Will e Nadir foram, então, afastados de suas funções para que pudessem serem responsabilizados de conduta grave, alegada pela empresa, para justificar demissão por justa causa. Em processos individuais, no caso de Will, a sentença impõe na TV Record mais uma retumbante derrota política, que tem sido recorrente, devido a decisões questionáveis frente ao discurso que a direção promove entre seus funcionários.

Além das custas processuais a empresa está obrigada a fazer os pagamentos, que foram interrompidos, dos salários devidos desde o afastamento até a efetiva reintegração no cargo; 13º salário (s), férias, com abono de 1/3 e FGTS, que deve ser depositado em conta vinculada do trabalhador.

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Foto: reprodução. Plenária da Intersindical realizada em Itapema-SC nos dias 02 e 03 de dezembro

ENRAIZAR A ORGANIZAÇÃO EM CADA LOCAL DE TRABALHO, REVELAR O QUE O CAPITAL E SEU ESTADO TENTARAM ESCONDER COM SUAS REFORMAS, PARA AVANÇAR NA LUTA CONTRA O BRUTAL ATAQUE À CLASSE TRABALHADORA

Por Intersindical

Nos reunimos em Plenária Nacional nos dias 02 e 03 de dezembro, na cidade de Itapema/SC, vindos das intensas batalhas contra o Capital e seu Estado que intensificaram seus ataques, seja com suas reformas que atingem diretamente salários, direitos e empregos, seja com as medidas de congelamento dos gastos públicos, privatizações e mais concessões ao Capital, atingindo diretamente serviços básicos como saúde, educação, saneamento.

Junto a isso, no Parlamento, os projetos de urgência do Capital foram acelerados ao ritmo de seus interesses, como foi a votação da terceirização irrestrita, ampliação dos contratos temporários e para coroar a reforma trabalhista. Nesse mesmo Congresso Nacional se ampliam os ataques aos direitos das mulheres, como o projeto que tenta proibir até a realização do aborto legal, além de outros que estimulam a homofobia e o projeto de “escola sem partido”, que tem por objetivo alienar os filhos da classe trabalhadora para o Capital.

Um momento de ataque brutal à classe trabalhadora e às suas Organizações de Luta, como os Sindicatos, pois a reforma trabalhista construída principalmente pela Confederação Nacional das Indústrias (CNI), além de abrir as portas para a redução do preço da força de trabalho, cria mecanismos para tentar intervir na ação sindical e conter a luta organizada pelos Sindicatos que de fato têm compromisso com os trabalhadores.

Para ajudá-los no ataque aos Sindicatos e Organizações de luta, contam com a maioria das centrais sindicais que há muito tempo já sucumbiram ao pacto social, aceitando a redução de direitos dos trabalhadores e que não se moverão a não ser pela busca de uma nova forma que as financie, principalmente agora com o fim do imposto sindical.

Mas para quem não se curvou, e junto à sua classe permanece, a hora é de seguir firme na organização do enfrentamento que virá: nos momentos de grande ataque, as possibilidades de grandes lutas também se colocam, mas elas não virão simplesmente por vontade e muito menos na formalidade de chamados e convocações completamente distante dos lugares em que os trabalhadores estão.

Para isso é preciso intensificar o trabalho de organização pela base, mostrando à classe trabalhadora o que os patrões e seu principal instrumento de coação contra os trabalhadores, o Estado, ocultaram em suas reformas e projetos. Mostrar também que não adianta apenas trocar o gerente da máquina e seus auxiliares, ou seja, o presidente da República, seus deputados e senadores, para a solução dos problemas que atingem o conjunto de nossa classe.

Durante a Plenária Nacional, além de seguir construindo a análise precisa da realidade, definimos as tarefas centrais de organização em cada ramo e região onde estamos para o próximo período, para avançar no processo de mobilização que garanta o salto de qualidade necessário para o enfrentamento contra mais essa dura investida do Capital através de suas reformas.

Firmes mantivemos e ampliamos nossas trincheiras, derrotando os pelegos que estão a serviço do Capital também nas eleições sindicais, como em Ipatinga/MG onde, mais do que derrotar a Força Sindical, derrotamos a Usiminas, que fez de tudo para tomar o Sindicato das mãos dos trabalhadores, mas não conseguiu. Mantivemos e ampliamos nossas trincheiras também junto aos trabalhadores do Estado como com os professores de Curitiba/PR, trabalhadores nos Correios de Santa Maria/RS, entre outras categorias.

Na Plenária, mais do que homenagear o centenário da Revolução Socialista na Rússia e a greve geral de 1917, fizemos desse momento um encontro com nossa história que segue sendo feita por nossa luta.

Em 1917, na Rússia, os trabalhadores tomaram as ruas, ocuparam as fábricas, derrubaram o czar exigindo pão, paz e terra; no Brasil de 1917 os trabalhadores realizaram uma grande greve geral que garantiu a redução da jornada e melhoria das condições de trabalho.

Cem anos se passaram e, seja no Brasil, como pelo mundo afora, o Capital tenta exterminar direitos para sugar ainda mais o valor produzido por nossa força de trabalho, concentrando a riqueza e espalhando o adoecimento e a miséria para o conjunto de nossa classe.

O Capital tenta potencializar seus lucros ainda mais através de sua reforma trabalhista e nossa tarefa principal é mostrar isso ao conjunto dos trabalhadores principalmente em seus locais de trabalho, mas também de estudo e moradia.

Para que a indignação se transforme em movimento, movimento que supere a fragmentação e contribua de maneira decisiva para necessária greve geral. E no movimento real da luta de classes contribuirmos para a superação dessa sociedade em outra, onde a cada qual segundo suas necessidades e de cada qual segundo suas capacidades, uma sociedade socialista.